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quarta-feira, 25 de março de 2015

O país errado

Pois,
Ontem morreu uma senhora de infecção generalizada causada por apendicite.
Em 1957 fui operado de apendicite e levei apenas 3 pontos, graças ao excelente cirurgião Maia Filho.
JUSTIÇA é o grito dos inocentes nesse país.
Fica a dúvida, o que há de errado com o nosso país?
Os diagnósticos são vários:
Os salários dos políticos e dos funcionários públicos do alto escalão
Os atos de corrupção
Os cargos comissionados
A completa leniência pública
Leis tipo absorventes
Falta de controle fiscal,
Impostos sobre a renda de trabalhadores
Falta de controle do enriquecimento ilícito
Acho que chega de encher linguiça.
O único erro desse país é nosso.
Nascemos no país errado .

Contra a Exploração Animal

pet-em-gaiolas-proibido-#belicosa55Já esta em vigor a nova leia que proíbe a venda e exploração de animais em vitrines. Saiba mais.

Por: Maria Augusta Ribeiro do Blog Belicosa

A lei que beneficia animais à venda em todo o país está em vigor. E pet shops, clínicas veterinárias e lojas especializadas deverão se adequar. Agora os animais à venda deverão ser mantidos em ambiente livre de barulho, exposição ao público e longe de gaiolas. Tudo para evitar o stress do animal.
Não falta de observância da lei, estabelecimentos e profissionais serão multados e punidos administrativamente. Isso porque a lei 1069 de 27/10/2014 pretende regular o mercado da venda de animais de estimação, que hoje ocupa o 2º lugar do ranking nacional de estabelecimentos abertos no país.
Constantemente há......Lei mais em Belicosa.com.br

domingo, 22 de março de 2015

Novos Alcoolatras


Combate ao alcoolismo no pais tem foco nos que bebem “Socialmente”. Saiba por quê.

Por: Maria Augusta Ribeiro do Blog Belicosa

Segundo dados do Ministério da Saúde, 20% dos brasileiros representam a nova classe que bebe demais. E os números não param de crescer, principalmente entre jovens e mulheres.
alcolismo-iboga-#belicosa55Especialistas acreditam na necessidade urgente de coibir o uso do álcool e evitar a criação de uma nova classe: A dos novos alcoólatras.
Sabendo que a linha que separa um alcoólatra de uma pessoa que ingere uma dose de bebida alcoólica é tênue, sugere-se a observação de regras com rigor, tais como:
  • Nunca beber sozinho e em casa.
  • Estipular uma dose máxima por dia, 1 para mulheres e 2 para os homens.
  • Intercalar água, suco ou refrigerantes entre as doses de bebida alcoólica dando uma pausa ao organismo.
 alcolismo-iboga-#belicosa55Aos dependentes do álcool que estão em remissão ou desejam sair do vício, a ajuda da família, amigos e....Leia mais em Belicosa.com.br

sábado, 21 de março de 2015

BOMBA! Stedile do MST ameaça brasileiros contrarios a #Dilma: "Voces não se atrevam"

Stedile volta a ameaçar brasileiros contrários ao governo petista – “Vocês não se atrevam”

Publicado por  em 21 março, as 08 : 41 AMPrint


Stedile volta a ameaçar brasileiros contrários ao governo petista – “Vocês não se atrevam”


Esse foi o a mais nova ameaça feita pelo líder do MST, aquele o qual Lula disse em evento recente ter um “exército”, e deixou claro que está pronto para “brigar”, “sobretudo quando Stedile colocar o exército dele do nosso lado”. 
Anteriormente Stedile já havia ameaçado o país sobre possível “golpe” contra o governo -  “SE HOUVER GOLPE,HAVERÁ REVOLTA”, disse o líder do braço armado do PT.
Ainda durante as eleições, Stedile, ao lado de Lula, ameaçou o país - se Dilma não for eleita ‘vai ter protesto todo dia’, disse Stedile.
Stedile também prometeu  “guerra” se Aécio ganhasse as eleições. Assim como quando Marina alçou o segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, também prometeu protestos diários, caso Marina fosse eleita.
A ultima ameaça foi transmitida ao vivo pela rede oficial de TV do governo Brasileiro, a NBR, na ocasião Stedile discursou na abertura da colheita do arroz agroecológico, em Eldorado do Sul – RS.
Em seu dicurso Stedile chamou manifestantes contrários à Dilma de fascistas e golpistas e voltou a ameaçar: “Vocês não se atrevam”.
Assista:


sexta-feira, 20 de março de 2015

Filha criada por casal lésbico cresce e se revolta contra o casamento gay

Por Carlos Parrini ... 

Na boa, como sempre tenho dito aqui acho que cada um tem o direito de ser feliz como acharem melhor. Mas cada um deve estar no seu quadrado ou armário. Isso porque sou totalmente contra adoção de crianças por casais gays. Assim como também sou contra o Batismo de recém nascidos. Para mim, as crianças devem ter o direito de escolher se querem ter pais gays ou heteros. Elas devem escolher se querem ser batizadas numa Religião ou não. Nada deve ser imposto. Que se espere a criança crescer para se decidir.
Aqui no Brasil, 90% dos brasileiros são heteros e a maioria deles não aceitam essa imposição dos gays. Por causa disso, preconceito e até homofobia acabam tirando a paz dos gays propriamente ditos e das crianças adotadas por eles. Por sua vez, as crianças quando chegarem a idade da razão não vão entender chacotas, preconceitos e perseguições quando disserem que tem uma mãe que se chama Raimundo ou um pai que se chama Antonieta. Da mesma forma as crianças se afastarão das Religiões que lhes foram impostas por seus pais, quando atingirem a idade da razão.
Para evitar situações como a dessa advogada, criada contra sua vontade por casal gay, acho que dizer que cada um fique no seu quadrado e mantenham tudo como está, é pouco. Deveriam deixar as crianças de lado e procurarem-nas para adoções ou pregação do evangelho, quando forem capazes de se decidirem.




Vejam o caso inédito com a advogada que passou por uma situação como essa:


Filha criada por casal lésbico cresce e se revolta contra o casamento gay


"Não suporto o casamento gay", diz a advogada Heather Barwick, casada e mãe de quatro. "Amei a parceira da minha mãe, mas uma segunda mãe não substituiu o pai que eu perdi."

"Comunidade gay, eu sou sua filha". É assim que a advogada Heather Barwick começa a carta aberta que publicou na internet. Criada por duas mães, ela desabafou contra o casamento gay. "Estou escrevendo para vocês porque estou 'saindo do armário'. Eu não suporto o casamento gay".
A advogada Heather Barwick foi criada por duas mulheres
Reprodução
Heather conta que seus pais biológicos foram casados brevemente e que sua mãe sabia que era gay antes de se casar, mas "as coisas eram diferentes naquela época". Ela deixou seu marido quando Heather tinha cerca de três anos porque queria estar com alguém que realmente amava: uma mulher. O pai foi embora e não apareceu mais.
A menina viveu com suas mães em uma pequena casa em uma área onde viviam pessoas liberais e de "cabeça aberta". "A parceira da minha mãe me tratava como se eu fosse sua própria filha", diz.
Ela relembra com carinho as pessoas homossexuais que conheceu: "Vocês me ensinaram a ser corajosa, principalmente quando a vida está difícil. Vocês me ensinaram a ouvir. E a dançar. E a não ter medo das coisas que são diferentes".
A advogada especializou-se na defesa de casais gays em sua carreira. Anos depois, começou a refletir sobre a relação de crianças com pais heterossexuais a partir de seu próprio casamento. "Somente agora, vendo meus filhos amando e sendo amados por seu pai todos os dias, vejo a beleza e a sabedoria na família tradicional".
Eu cresci cercada de mulheres que diziam que não precisavam ou não queriam um homem. Ainda assim, quando pequena, eu queria desesperadamente um pai".
Ela conta que amava muito a parceira de sua mãe, mas que se magoava pela ausência de uma figura masculina e paterna. "A ausência do meu pai criou um grande buraco em mim. Eu cresci cercada de mulheres que diziam que não precisavam ou não queriam um homem. Ainda assim, quando pequena, eu queria desesperadamente um pai".
Ela lembra que mesmo famílias formadas por casais heterossexuais estão sujeitos a divórcio, abandono, infidelidade, violência e morte. No entanto, afirma que a estrutura familiar que tem mais chances de sucesso é aquela em que as crianças são criadas por um pai e uma mãe.
Filhos de pais do mesmo sexo não têm voz. Temos medo de falar, porque parece que vocês [casais gays] não estão ouvindo ou não querem ouvir
Ela pensa que filhos de casais do mesmo sexo podem estar sofrendo e silenciando a dor. E diz que essas crianças deveriam ter a liberdade de dizer aos pais que as coisas estão sendo difíceis para elas, seja pelo divórcio, seja pela situação envolvendo uma adoção ou mesmo pelo simples fato de que não se adaptaram à ideia de ter pais do mesmo sexo. "Mas filhos de pais do mesmo sexo não têm voz. Não sou só eu, somos muitos. Muitos de nós temos medo de falar, porque parece que vocês [casais gays] não estão ouvindo ou não querem ouvir".
Casal homosexual

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